RIO, 12 DE JANEIRO DE 2019, SÁBADO.
NO dia 12 de Janeiro de 1999 meu amado, honrado pai faleceu, numa terça-feira à tarde,
Depois de cinco dias de busca de atendimento minha irmã e o vizinho de cima o levaram para o Hospital Salgado filho no MÉIER, socorro demorado, quando foi atendido sentado numa cadeira dura de ferro durante muito tempo, sem nenhum exame aplicaram nele soro glicosado, sentiu muito angustiado, tentou tirar o soro mas não deixaram, a glicose que já estava alta mas ninguém sabia foi a 500 entrou em xoque, ao melhorar um pouco deram alta.
Em casa continuou nada bem, se sentindo cada vez pior, então nosso outro vizinho policial e minha irmã o levaram para o hospital Souza Aguiar e o atendimento foi péssimo, foi preciso brigar, ameaçar fazer B.O. boletim de ocorrência, depois de muita confusão socorreram, mas com a glicose alta entrou em choque outra vez, o tempo que ficou lá foi roubado, roupas, o chinelo de couro que amava, moradores de rua dormiam no hospital e roubavam os outros pacientes, por ser enfermaria de homens minha irmã não pôde ficar com ele, só em horários de visitas, entrou em coma e na terça-feira faleceu.
A mulher do policial sempre ligando para ter notícias, numa dessas ligações avisaram do óbito, pediram pra levar documentos e roupas para ele, que tristeza escrever isso, sinto tudo novamente,
Acertar o enterro, o ex marido da minha irmã pagou udo, mas trouxe com ele a mulher, foi muito humilhante pra minha irmã. tudo acertado liberam o corpo, na madrugada Avenida Presidente Vargas vazia, onde ele passou muitas vezes, o carro da funerária levando ele, arás o do meu tio e ex cunhado. Até a capela de Inhaúma, o enterro foi na tarde de quarta-feira às 17h, minha mãe e tia ficaram comigo, vizinhos vieram, muita emoção choro, teve que ir, mas antes de enterrar ela voltou pois passei mal, pressão caiu 6x4, veio até médico me atender.
As pessoas vieram depois do enterro, muito papo, encontros, fome, uns comeram etc.
Todos foram embora e caímos na real, meu pai morreu, agora ver pensão de viúva, seguro de vida, tudo organizado, minha irmã e tio foram no INSS e resolveram tudo, cada documento pedido foi conseguido, saiu o seguro primeiro, era todo da minha mãe mas pediram e ela dividiu entre ela, nós 4 filhos e minha tia que considerava filha.
Todos se foram gastaram o seu dinheiro, o meu, da minha mãe e irmã foi gastos com as despesas até sair a pensão.
Abençoado seja meu pai Edmar, nos sustentou, cuidou de nós mesmo depois de morto, nunca tive direito a benefício fui dependente do meu pai e depois da minha mãe, 4 meses que minha mãe morreu e eu ainda sem benefício.
Agora a vida está muito difícil, geladeira e armário vazios, acho que o asar é meu.
Quero agradecer pai por todo bem que nos fez, gratidão eterna, TE AMO MEU PAI.
MÃOS ABENÇOADA DA MINHA MÃE ZULEICA TE AMO.
MEU PAI NO SEU TRABALHO NO POSTO BR, SAIA DE CASA ÀS 5 AINDA ESCURO,OS PATRÕES CONFIAVAM A ELE FAZER ALTOS PAGAMENTOS, ACEITAVA CHEQUE PRÉ DATADOS, TODOS GOSTAVAM MUITO DELE, MINHA SOBRINHA NA VOLTA DA ESCOLA O VISITAVA TODOS OS DIAS..
NO dia 12 de Janeiro de 1999 meu amado, honrado pai faleceu, numa terça-feira à tarde,
Depois de cinco dias de busca de atendimento minha irmã e o vizinho de cima o levaram para o Hospital Salgado filho no MÉIER, socorro demorado, quando foi atendido sentado numa cadeira dura de ferro durante muito tempo, sem nenhum exame aplicaram nele soro glicosado, sentiu muito angustiado, tentou tirar o soro mas não deixaram, a glicose que já estava alta mas ninguém sabia foi a 500 entrou em xoque, ao melhorar um pouco deram alta.
Em casa continuou nada bem, se sentindo cada vez pior, então nosso outro vizinho policial e minha irmã o levaram para o hospital Souza Aguiar e o atendimento foi péssimo, foi preciso brigar, ameaçar fazer B.O. boletim de ocorrência, depois de muita confusão socorreram, mas com a glicose alta entrou em choque outra vez, o tempo que ficou lá foi roubado, roupas, o chinelo de couro que amava, moradores de rua dormiam no hospital e roubavam os outros pacientes, por ser enfermaria de homens minha irmã não pôde ficar com ele, só em horários de visitas, entrou em coma e na terça-feira faleceu.
A mulher do policial sempre ligando para ter notícias, numa dessas ligações avisaram do óbito, pediram pra levar documentos e roupas para ele, que tristeza escrever isso, sinto tudo novamente,
Acertar o enterro, o ex marido da minha irmã pagou udo, mas trouxe com ele a mulher, foi muito humilhante pra minha irmã. tudo acertado liberam o corpo, na madrugada Avenida Presidente Vargas vazia, onde ele passou muitas vezes, o carro da funerária levando ele, arás o do meu tio e ex cunhado. Até a capela de Inhaúma, o enterro foi na tarde de quarta-feira às 17h, minha mãe e tia ficaram comigo, vizinhos vieram, muita emoção choro, teve que ir, mas antes de enterrar ela voltou pois passei mal, pressão caiu 6x4, veio até médico me atender.
As pessoas vieram depois do enterro, muito papo, encontros, fome, uns comeram etc.
Todos foram embora e caímos na real, meu pai morreu, agora ver pensão de viúva, seguro de vida, tudo organizado, minha irmã e tio foram no INSS e resolveram tudo, cada documento pedido foi conseguido, saiu o seguro primeiro, era todo da minha mãe mas pediram e ela dividiu entre ela, nós 4 filhos e minha tia que considerava filha.
Todos se foram gastaram o seu dinheiro, o meu, da minha mãe e irmã foi gastos com as despesas até sair a pensão.
Abençoado seja meu pai Edmar, nos sustentou, cuidou de nós mesmo depois de morto, nunca tive direito a benefício fui dependente do meu pai e depois da minha mãe, 4 meses que minha mãe morreu e eu ainda sem benefício.
Agora a vida está muito difícil, geladeira e armário vazios, acho que o asar é meu.
Quero agradecer pai por todo bem que nos fez, gratidão eterna, TE AMO MEU PAI.
MÃOS ABENÇOADA DA MINHA MÃE ZULEICA TE AMO.
MEU PAI NO SEU TRABALHO NO POSTO BR, SAIA DE CASA ÀS 5 AINDA ESCURO,OS PATRÕES CONFIAVAM A ELE FAZER ALTOS PAGAMENTOS, ACEITAVA CHEQUE PRÉ DATADOS, TODOS GOSTAVAM MUITO DELE, MINHA SOBRINHA NA VOLTA DA ESCOLA O VISITAVA TODOS OS DIAS..

